Profana a chuva o solo;
violenta a face o vento;
caem as lágrimas ao colo;
sopra a dor o pensamento.
Alguns amores de verão
não sobrevivem ao outono,
despedaçando-se no chão
lentamente ao abandono.
Exploda, então, euforia!
Sufoca, então... alegria.
Afoga, então: calmaria...
Foi a lua quem foi iludida
com esse amor suicida.
―A vida... tem de ser vivida!
violenta a face o vento;
caem as lágrimas ao colo;
sopra a dor o pensamento.
Alguns amores de verão
não sobrevivem ao outono,
despedaçando-se no chão
lentamente ao abandono.
Exploda, então, euforia!
Sufoca, então... alegria.
Afoga, então: calmaria...
Foi a lua quem foi iludida
com esse amor suicida.
―A vida... tem de ser vivida!
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