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quarta-feira, 21 de julho de 2021

Ensino Presencial e EAD

O objetivo dessa dissertação não é defender nem tentar influenciar propostas ideológicas, políticas, judiciais ou questões de matrimônio. (sarcasmo) Quero apenas refletir sob os aspectos que me fizeram sair de um em detrimento do outro.

Faltam poucos meses para igualar o tempo que passei em EAD e Presencial em Letras. E, analisando minha trajetória, acredito que a revolução tecnológica possibilitou que pessoas como eu pudessem se tornarem mais livres das burocracias e desperdícios de tempo que ocorrem nas presencialidades do ensino. O que eu quero dizer com isso?

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Análise e crítica literária

Toda obra literária é passível de análise e também de crítica. E, apesar de não sabermos definir literatura em sua totalidade, a análise depende diretamente da definição de literatura e a crítica depende diretamente da análise. Mesmo assim, literatura, análise e crítica existem, seja de forma consciente, seja de forma instintiva. E todo o leitor reconhece literatura, analisa e critica, seja passiva ou ativamente.

terça-feira, 16 de março de 2021

Tratado do blogue

Eis aqui algo único. Certamente algo já tentado, já feito… e refeito. Mas não proponho aqui a originalidade. Muito provavelmente não haverá nada de novo e notório, merecedor de atenção maior, restando a mais completa irrelevância utilitária. Esse será nosso tratado, caro leitor. Nossa cumplicidade, nosso acordo tácito. E se de alguma forma isso que escrevo tem algum valor, em seu ponto de vista, será um valor subjetivo. Eis aqui algo inesperado, caro leitor!

sexta-feira, 12 de março de 2021

O vazio

A jornada literária é uma incógnita atormentadora. Quanto mais me aprofundo nela mais longe pareço estar de qualquer compreensão sobre a própria literatura. Já fazem pelo menos 7 anos de indas e vindas, de mim para a literatura, da literatura para outras preocupações. Eu não sei exatamente o que acontece comigo.


Veja, o primeiro livro que li que por conta própria e fui até o fim foi Menino de Engenho, numas férias no sítio do meu avô; devia eu ter entre 10 e 12 anos. Tive uma ou outra leitura durante meus anos colegiais, mais do que os outros alunos da minha idade liam (ou seja, nada), menos do que a maioria dos melhores alunos do colégio. Até hoje eu leio pouco, em termos de quantidade de páginas. Provavelmente o ponto de virada foi por volta dos 15 anos quando li Divina Comédia; e foi mais ou menos por aí que comecei a criar blogues para expor meus poemas e reflexões do óbvio (queimaria todos os meus cadernos de poesia e excluiria todas as postagens mais tarde). Até então, nunca tinha visto tamanha demonstração da sutileza humana; Dante tem seu mérito. Depois, Guerra e Paz viria a ressignificar meus parâmetros por volta dos 18 anos enquanto cursava engenharia.